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Informativo perdidos da UFBRA

Lançamento da revisão da avaliação diagnóstica do 6º semestre e lançamento do super combo! Revisão diagnóstica dos semestre 1º,2º,3º,4º,5º e 6º semestre

Duvidas ? Sobre o estágio.

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Aplicador (a) ABA ou TO ?

Importante saber que todo o conhecimento e bem vindo, no entanto precisamos ter a percepção de onde este conhecimento será utilizado. Sendo assim é bom para um terapeuta ocupacional realizar um curso de aplicador (a) ABA? Resposta: Sim e Não !

Estagiei em uma clinica ABA com equipe multiprofissional , do qual havia fono,psicóloga,psicopedagoga , psicomotricista e terapeuta ocupacional , contanto também com o suporte e assistência de duas AT ( Assistente Terapêutica) 

As assistente terapêutica ficam subordinada aos diversos profissionais e muitas delas tem o curso de aplicador ABA se quiserem atuar melhor nessa área.

O curso de aplicador ABA é um curso livre, que pode variar em sua carga horária de 80 até 120 horas já um curso de Terapia ocupacional tem uma carga horária de 4.465 horas

Logo se um futuro profissional desejar conhecer mais sobre a aplicação ABA então sim realizar um curso livre irá ajudar em adquirir mais conhecimentos.

Agora para se trabalhar como estagiário (a) de terapia ocupacional fica melhor com um curso ABA, a resposta é Não ! Seria como um futuro médico fazer um curso de curativos para cursar medicina... isto em nada tem haver com as suas futuras atribuições. 

Após a clinica do qual eu estagiava ser fechada o convênio com a sua operadora ( descredenciada pela ANS), a clinica para não fechar de vez , demitiu toda a equipe multiprofissional e fez uma proposta indecente aos estagiários que se quisessem ficar como aplicador ABA iria responder somente a supervisão de psicologia. E claro isso não iria contar como estágio! 

ADVERTÊNCIA -  Minha supervisora que havia sido demitida reuniu os ex estagiários da terapia ocupacional e disse... Se o conselho profissional CREFITO pegarem vocês como aplicadores ABA sendo vocês universitários de terapia ocupacional, nunca mais vão conseguir tirar seus registro profissional.

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Bibliografia

Pereira do Nascimento.Régis. A indústria do autismo e os estagiários de TO.  parte 1/6 -  09 de Fevereiro de 2026
Acessado em: 30/04/2026  às 02:05 hs 

Pereira do Nascimento.Régis. A indústria do autismo e os estagiários de TO.  parte 2/6 -  09 de Fevereiro de 2026
Acessado em: 30/04/2026  às 02:15 hs 

Pereira do Nascimento.Régis. A indústria do autismo e os estagiários de TO.  parte 3/6 -  09 de Fevereiro de 2026
Acessado em: 30/04/2026  às 02:25 hs 

Pereira do Nascimento.Régis. A indústria do autismo e os estagiários de TO.  parte 4/6 -  09 de Fevereiro de 2026
Acessado em: 30/04/2026  às 15:27 hs 

Pereira do Nascimento.Régis. A indústria do autismo e os estagiários de TO.  parte 5/6 -  01 de Maio de 2026
Acessado em: 01/05/2026  às 15:27 hs

Preciso ter algum curso, antes de estagiar ?


Me disseram que seria bom ter um curso ABA antes de estagiar isso procede? 

Resposta : Não ! Desculpe em discordar, pois o que se entende-se de estagiário... pessoa sem nenhuma experiência com vontade de aprender e ter alguém que lhe ensine. 

Existem 127 funções para o estagiário (a) atuar  seria tb essencial que tenha cursos de todos eles ?

 O ABA é apenas uma das 127 funções de atuação do TO. Estagiei com duas colegas em clinica ABA que não tinham qualquer experiência e mesmo assim adquirimos. 

Não é comum vermos absurdos em anúncios pedindo estagiários com experiência ! ( Traduzindo eles não existem) Se ninguém der chance ao estagiário como ele tera alguma experiência?  Perceba o despreparo do mercado profissional.

 

sábado, 6 de junho de 2026

Psicopatia em paciente infantil.

Imagem meramente ilustrativa gerada por IA

Antes vamos a uma breve definição do termo "psicopatia infantil" não é um diagnóstico clínico oficial. Psicólogos e psiquiatras evitam o rótulo para menores de 18 anos, pois a personalidade ainda está em formação. No entanto, profissionais observam traços de risco, chamados de Transtorno de Conduta com traços insensíveis e desprovidos de emoção, que podem se manifestar na infância e na adolescência

Cada vez mais estagiários que estão atuando em clinica ABA tem encontrado pacientes com traços de psicopatia e logo seus supervisores correm em dizer... precisamos entrar com um PTS para reverter isso.

Com certeza o aluno de TO ( Terapia ocupacional ) não vai encontrar referências dentro de um curso de graduação genérico e tão pouco durante seu estágio em que casos assim exige um corpo multidisciplinar altamente especializado.

Então o que fazer ? Com certeza buscar artigos relacionados a esse tema, bem como livros e cursos de pós graduação e de preferência fugir de pop star Dra de instagram que abordem o assunto em sua superficialidade pela busca de seguidores ( Cá pra nós isso mais me parece um distúrbio, ainda não catalogado em nosso DMS-5 ), o profissional que irá lidar com esse paciente precisa ter um bom nível clinico para que possa contribuir com a equipe e mesmo se for em seu consultório, ter a habilidade da intervenção em psicopatia. 

Diferente dos paciente que tem o TOD ( Transtorno opositor desafiador), os que possuem traços de psicopatia não demonstram com tanta facilidade suas emoções, muito pelo contrário conseguem passar por desapercebidos. Quando adultos tem a probabilidade de se tornaram assassinos em série do qual ver a extinção da vida em seres vivos e na infância os primeiros sinais surgem com tortura e morte de animais domésticos.  

Sinais de alerta na infância
Crianças que apresentam alto risco para o desenvolvimento do transtorno na vida adulta costumam exibir padrões persistentes de comportamentos, como: 

  • Ausência de empatia e remorso: Não demonstram culpa ao machucar os outros e não se importam com o sofrimento alheio.
  • Crueldade com animais e outras crianças: Podem ferir pets ou colegas, muitas vezes de forma premeditada.
  • Manipulação e mentira: Usam a mentira de forma racional e constante para obter vantagens ou manipular pessoas do convívio.
  • Desrespeito a regras e figuras de autoridade: Tendência a burlar normas sociais, desafiar adultos sem receio de punição e extrema impulsividade. ( Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=gSaooAdya8Y&t=3)

Incentivo aos colegas a produzirem artigos referidos ao tema, mesmo que se acredite que somente aos 18 anos se possa de fato atribuir traços de psicopatia, no entanto pelo que pude observar em uma clinica ABA o quanto antes se iniciar uma intervenção , mais chances desse individuo conseguir ter uma melhora em sua condição. 

Crianças não podem ser consideradas psicopatas

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No filme mouse , exploram na ficção esse extremo de uma sociedade que terá que lidar com pacientes diagnosticados com psicopatia. 


Tem algum estudo de caso? Sim temos ja ouviu sobre o maniaco do parque ?


sexta-feira, 5 de junho de 2026

TDI -Transtorno Dissociativo de Identidade. Em paciente infantil?

Imagem meramente ilustrativa gerada por IA

Como vimos a definição em nossa postagem anterior ,TDI -Transtorno Dissociativo de Identidade. Uma possessão demoníaca ?. Hoje iremos abordar relatos de colegas que estão estagiando em clínicas ABA e tem se deparado com este quadro clínico que pode ser precoce ainda um diagnóstico definitivo. 

Mas necessita de uma investigação mais aprofundada com a participação de uma equipe multidisciplinar para uma possível emissão de um laudo.

Com certeza temos pouca literatura que aborde o TDI em pacientes infantil por isso mais uma vez venho ressaltar a importância de  elaboração de artigos científicos para a comunidade acadêmica científica do qual tenhamos mais embasamentos sobre este tema de modo a comparar as nuances de estudo de caso a caso, conforme mais evidências venham surgindo.

Para os responsáveis a comunicação segue uma linha que irá gerar uma relatório terapêutico próprio para cada personalidade que o paciente venha a apresentar. Importante que estamos aqui na área da saúde mental em que a psiquê do individuo esteja em analise. 

Logo precisamos ter em nosso prontuário 3 fichas para cada personificação dessas identidades de um mesmo paciente. Por mais conflitante que isso possa parecer em sua fase inicial. Para que verifiquemos quem é a personalidade lider , aquela que domina e se mantém por mais tempo estável no paciente.   

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Pereira do Nascimento.Régis. TDI- Transtorno dissociativo de identidade.Uma possessão demoníaca ? - 05 de Junho de 2026
Acessado em: 06/06/2026  às 16:18 hs 

TDI -Transtorno Dissociativo de Identidade. Uma possessão demoníaca ?

     

Imagem meramente ilustrativa gerada por IA

      Muita calma nessa hora... antes de entrar no assunto precisamos dividir duas linhas conceituais uma é sobre a ciência e a outra da religião do qual ambas tem a sua importância. 

    No entanto no instante em que um aluno entra em uma faculdade ou universidade estará cruzando essa linha ao aprender sobre uma metodologia cientifica e depois em sua iniciação científica e neste campo da pesquisa , observação . prática e resultados chegamos em laudos científicos do qual toda uma comunidade cientifica no mundo todo pesquisou, observou , praticou e obteve  OS MESMOS RESULTADOS. Isto chama-se ciência.

    Logo nesta postagem iriemos abordar no campo da ciência sobre o TDI. O Transtorno Dissociativo de Identidade (TDI), antigamente chamado de transtorno de personalidades múltiplas, é uma condição mental rara caracterizada pela presença de dois ou mais estados de personalidade distintos em uma mesma pessoa. Geralmente surge como um mecanismo de defesa contra traumas graves na infância. ( Fonte: Google). 

   Muitos colegas em época de estágio tem se deparado com pacientes que apresentam esse quadro e alguns citam investigação em paciente infantil do qual temos que buscar dentro da literatura ( artigos científicos nacionais e internacionais ) que abordem sobre este tema. Para se ter um melhor diagnóstico a respeito, mas sim é verdade que em tempo remotos onde a medicina ainda estava em fase inicial da comprovação sobre a sua ciência, o povo em seus vilarejo acreditavam se tratar de uma possessão demonica, mesmo que ainda em sua forma mais suave sem muita agitação ou agressividade.

   Como as múltiplas personalidades podem levantar a uma questão sensível da possibilidade de se ter então varias almas ou uma pessoa ter vários espíritos, aqui a ciência não adentrar nessa questão, apenas analisa sob a ótica de uma invenção dentro da área da saúde mental, do qual após o tratamento o paciente obtém uma melhora em sua condição com base em estudos científicos.   

Futuramente em uma postagem futura falaremos sobre a outra ciência da religião do qual alguns pacientes também sentem algo de sua influência e quais seriam os limites da ética profissional uma vez que nosso conselho separa e muito bem ambas as ciências.  

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Vale a pena ter um curso de contenção ?

Psicanalista, terapeuta familiar e de casal 
Cursando 7º semestre em terapia ocupacional.

Em se tratando da área da saúde com certeza vale mesmo a pena ter esse curso livre em seu currículo, pois ele terá um peso considerável em uma equipe desavisada , sem treinamento e sem qualquer protocolo de segurança seja para os pacientes, para equipe e o patrimônio institucional tais como aparelhos e objetos de uso clínico. 

Procurei a muito tempo esse curso mas encontrei somente para psicólogos a um valor de R$ 1.100,00 antes custava 800,00 com a mesma grade que este curso oferece e ele é gratuito ! Trata-se de um curso básico porém se aprofunda em algumas questões essenciais para o futuro profissional de terapia ocupacional , logo eu recomento te-lo em seu portfólio profissional.

A exemplo de pacientes hetero lesivos  ou pacientes agressivos que requer níveis de contenção, verbal, física ou medicamentosa, a  vantagem em se ter um curso desses está em ter pleno conhecimento sobre esse determinado evento, até mesmo usar da prevenção. Mas em cada instituição adota um melhor procedimento voltado ao seu público em específico , no meu caso atendi durante o estágio o público infantil do qual a contenção ( segundo uma ata interna da clínica ), a contenção deveria ser feita pelos responsáveis pelo paciente ou a clinica após concordância dos os clientes/responsáveis iria contratar um profissional na área de contenção. 

Cuidado para o diagnóstico tardio de hetero lesivo, quando o paciente se acostuma a agredir seus pais e responsáveis e estes por sua vez quando o paciente esta dentro de um ambiente escolar agride os colegas e seus pais tentam justificar e proteger seu filho agressor. É importante que quando começar a perceber essa agressividade além das brincadeiras e estresse se tornando um padrão comportamental , marcar uma consulta para avaliação o quanto antes. 

Segue o link do curso. Contenção clínica.

Carga Horária: 4h https://ava.espdf.fepecs.edu.br/course/search.php?areaids=core_course-course&q=Manejo+de+Agita%C3%A7%C3%A3o+


Protocolo e diretrizes disponível em nossa biblioteca. 





domingo, 17 de maio de 2026

IA- Corrige seu projeto e a sua extensionista.

Pois é chegamos naquele momento em que estudar por horas a fio em uma biblioteca dentro do campus e depois sair a campo para se realizar seja uma visita técnica ou uma extensionista já ganhava nota pela execução do trabalho e por seu relatório técnico. Mas hoje com a inovação da IA às regras mudaram e não adianta bajular professor para ganhar aquele pontinho a mais na nota pois IA não tem gênero. 

Isto quer dizer que segundo a sua programação irá zerar a sua nota mesmo que tenha feito tudo o que foi descrito acima e até além do que foi pedido, neste momento estamos diante de um grande dilema acadêmico que será IA versus IA, por que se os projetos e extensionistas são corrigidos por IA e alunos estão utilizando IA em seus trabalho a presença humana a muito tempo já deixou de existir dentro das atividades acadêmicas. 

Dois pesos com duas medidas, por um lado temos a IA reprovando por geolocalização e por outro na revisão da nota o mentor da a média na nota. Talvez aqui seja um piscar ainda da raça humana que coloca seu dedo não artificial para corrigir uma injustiça da fé cega na tecnologia deslumbrante da IA.

Com certeza nossa realidade mudou e será preciso correr para se adaptar a sua velocidade e constante mudanças, o que obriga as universidades a realizarem constantes upgrades em seus sistema automatizados e ensino e aprendizagem para que os alunos não tenham que serem prejudicados mais uma vez tendo a nota zerada sumariamente. 



sábado, 16 de maio de 2026

Polo prestar serviços de TO aberto ao público? Efeito pro bono

Pro bono é uma expressão do latim (pro bono publico) que significa "para o bem público". No meio jurídico, refere-se à prestação gratuita, eventual e voluntária de serviços. Do qual um polo pode seguir o exemplo da OAB.

Já sabemos que a prestação de serviço realizado por universidades é uma realidade em muitas e dentre elas as de direto do qual oferecem aos seus alunos uma oportunidade de poderem vivenciar na prática a atuação de seu trabalho.

 Logo qualquer universidade da área de saúde também pode atuar e no nossa caso de futuros terapeutas ocupacionais em busca de estágio torna-se uma excelente alternativa de estagiar dentro da própria instituição , imagine no ABA, em grupos de apoio ou na atenção complementar a pacientes acometidos de AVC parcial do qual houve perda de sua coordenação motora.

Um sonho...mas que poderia se tornar uma realidade.

Seria esse um sonho? Uma utopia dentro da terapia ocupacional, em que a busca de estágio se torna um desafio para poder se formar e em que a instituição se sente muito a vontade de dizer...após a sua colação na cerimônia do jaleco a universidade irá prorrogar o prazo para que possa completar seu estágio.

Gente isso é sério mesmo? A simples menção de que exista essa possibilidade é prova de não ter competência e nem disposição em ajudar o aluno em sua busca pelo estágio.

Centros de apoio em terapia ocupacional para alunos da terapia seria muito bem vindo, mesmo que em uma parceria como sou empreendedor no ramo imobiliário possuo espaço de atendimentos a pacientes em prédio próprio onde a universidade  poderia entrar com o prof (a) terapeuta e equipamentos e instalações e eu com o local. Isso beneficiaria a todos os alunos em época de estágio , na impossibilidade a universidade alegar falta de espaço dentro de suas instalações. A remuneração de ambos poderia vir com um convênio com o SUS por exemplo. 

Ah! Acordei ! Esta tendo esse sonho... engraçado como ele me pareceu tão real...

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Atividades de Vida Diária (AVDs) - Modelo


Plano de Treinamento de Atividades de Vida Diária para Idosos. 

A promoção da autonomia e independência em idosos é essencial para uma melhor qualidade de vida. Este plano de treinamento é focado no desenvolvimento das Atividades de Vida Diária (AVDs) através de exercícios que estimulam a coordenação motora, coordenação motora fina, e habilidades cognitivas, utilizando jogos e atividades adaptativas.

 

Objetivos Gerais.

- Melhorar a coordenação motora global e fina.

- Estimular a cognição e o raciocínio lógico.

- Promover a socialização e o bem-estar emocional.

- Incrementar a autonomia nas atividades diárias.

 

Atividades Propostas.

1. Coordenação Motora Global

Atividade: Caminhada Guiada com Obstáculos.

- Descrição: Organizar um percurso com cones ou objetos leves para que o idoso caminhe entre eles.

- Objetivo: Melhorar o equilíbrio e a coordenação motora global.

- Duração:15 minutos por sessão.

- Frequência:  3 vezes por semana.

 

Adaptações: Para idosos com dificuldades de locomoção, o percurso pode ser simplificado e o ritmo pode ser ajustado conforme necessário.

 

2. Coordenação Motora Fina

Atividade: Jogos de Encaixe e Pressão

 

- Descrição: Utilizar jogos de encaixe de peças, como quebra-cabeças ou jogos de pressão, onde o idoso precisa apertar ou encaixar peças em locais específicos.

- Objetivo:  Aperfeiçoar a destreza manual e a precisão dos movimentos.

- Duração:  20 minutos por sessão.

- Frequência: 2 vezes por semana.

 

Adaptações: Escolher jogos com peças maiores e de fácil manuseio para facilitar a atividade.

 

3. Linha Média e Cognição.

Atividade: Jogos de Tabuleiro (Xadrez, Damas e Gamão).

- Descrição:  Participar de sessões de jogos de tabuleiro que exigem raciocínio estratégico e interação social.

- Objetivo: Estimular a linha média, o raciocínio lógico e promover a socialização.

- Duração: 30 minutos por sessão.

- Frequência: 2 vezes por semana.

Adaptações: Para facilitar a compreensão, utilizar tabuleiros com peças coloridas e instruções simplificadas.

 

Atividades de Vida Diária para Treinamento.

1. Vestir-se

- Descrição: Simular o ato de vestir-se, focando em abotoar e fechar zíperes.

- Objetivo: Melhorar a coordenação motora fina e a autonomia.

- Duração:10 minutos diários.

 

2. Higiene Pessoal.

-  Descrição:  Exercitar a escovação dos dentes, pentear o cabelo e lavar o rosto.

-  Objetivo: Promover a independência nas atividades de autocuidado.

-  Duração:15 minutos diários.

 

3. Preparação de Refeições Simples.

- Descrição:Preparar lanches simples, como sanduíches ou saladas.

- Objetivo:Incentivar a participação nas atividades da cozinha de forma segura e supervisionada.

- Duração: 20 minutos, 3 vezes por semana.

 

Considerações Finais

Este plano de treinamento deve ser ajustado conforme a capacidade física e cognitiva de cada idoso, garantindo que as atividades sejam sempre seguras e prazerosas.       A supervisão profissional é essencial para adaptar as atividades conforme as necessidades individuais e promover uma experiência positiva e enriquecedora.

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Fármacos o que a graduação deveria, mas não vai te ensinar.


Fármacos o que a graduação deveria, mas não vai te ensinar.

    No curso de terapia ocupacional é preciso de aprofundar nas questão das anamneses pois consta nela sobre a medicação do qual o paciente faz uso que vai influenciar nas sessões, nas avaliações , nos prontuários e claro no PTS.

   Durante o meu estágio tive contato com uma colega também estagiária que é laudada com TDAH e me revelou que faz uso de 8 medicamentos, do qual ela citou alguns para mim , eu só sei sobre os efeitos dos medicamentos do qual ela me citou porque havia terminado uma pós graduação em TDAH e lá citava sobre fármacos. Imagine agora um estagiário (a) da graduação em seu primeiro estágio do qual seu paciente cita seus medicamentos o que você sabe a respeito deles? Vai perguntar ao google?

   Uma observação que fiz durante minha estadia no estágio em uma clinica ABA foi que a maioria dos meus pacientes faziam uso me medicamento risperidona do qual um dos seus efeitos colaterais é o ganho de peso no paciente ( aumento do apetite ), se em sua anamnese consta uma queixa de hiperatividade , nesta caso esta queixa se torna uma benção para o paciente e deixa de ser uma queixa , torna-se quase um prescrição , que será fazer atividade física. 

  No curso gasta-se tando com disciplinas extensionistas sendo que poderia abrir espaço para questões mais profundas tais como estas sobre as medicamentos utilizados pelos pacientes. 

 Em um plantão de dúvidas foi dado uma sugestão de por que não fazer uma pós graduação em fármacos ( aliás estou cursando uma pós em prescrição de fitoterápicos do qual o TO pode atuar ), mas no estágio da graduação irei fazer o que sobre a anamnese do meu paciente ?   

quarta-feira, 13 de maio de 2026

PTS - Plano singular terapêutico. Parte 2/2


Segue o modelo de um PTS em um estudo de caso.

META 1

Plano Singular Terapêutico (PTS) para Idoso com Demência Moderada

Introdução

 Este Plano Singular Terapêutico (PTS) é desenvolvido para um idoso de 82 anos com diagnóstico de demência em estágio moderado, provavelmente Alzheimer. O plano visa à melhoria da qualidade de vida, segurança e autonomia no contexto domiciliar, integrando saberes da Terapia Ocupacional com outras áreas relevantes.

 Objetivos do PTS

1. Promover a segurança e autonomia no ambiente domiciliar.

2. Estimular a cognição e a memória.

3. Melhorar a mobilidade e o equilíbrio para prevenir quedas.

4. Facilitar a comunicação e a interação social.

5. Apoiar a família e os cuidadores no manejo da demência.

 

Fases do Atendimento

1. Avaliação Inicial

- Entrevista com a família e o idoso  para entender a rotina, hábitos e preferências.

- Análise do ambiente domiciliar para identificar riscos e barreiras à mobilidade e segurança.

- Avaliação funcional e cognitiva para estabelecer a linha de base das capacidades do idoso.

 

2. Planejamento das Intervenções

Segurança e Autonomia

- Adaptação do ambiente domiciliar : Instalação de barras de apoio nos banheiros, iluminação adequada em áreas de circulação e remoção de tapetes soltos.

- **Orientação sobre estratégias de segurança**: Uso de calçados antiderrapantes e disposição de móveis para facilitar a circulação.

Cognição e Memória

- Atividades de estimulação cognitiva: Jogos de memória, quebra-cabeças e atividades que envolvam reminiscências.

- Calendário visual: Criação de um calendário diário com tarefas simples e eventos importantes.

 

Mobilidade e Equilíbrio

- Exercícios físicos: Sessões de fisioterapia focadas em fortalecimento muscular e exercícios de equilíbrio.

- Caminhadas supervisionadas: Incentivar caminhadas curtas com apoio para melhorar a confiança na deambulação.

 

Comunicação e Interação Social

- Atividades de socialização: Participação em grupos de convivência para idosos ou atividades comunitárias.

- Terapia de comunicação: Técnicas para melhorar a expressão verbal e não verbal.

Apoio à Família e Cuidadores

- Educação sobre demência: Workshops e materiais informativos sobre manejo de comportamentos desafiadores e cuidados diários.

- Grupos de apoio: Participação em grupos para troca de experiências e suporte emocional.

 

3. Implementação

- Iniciar as intervenções planejadas com revisões regulares para ajustes conforme necessário.

- Monitoramento contínuo dos progressos e dificuldades enfrentadas pelo idoso e cuidadores.

 

4. Reavaliação e Ajustes

- Revisão periódica do PTS  para avaliar a eficácia das intervenções e realizar ajustes de acordo com a evolução do quadro clínico.

- Feedback da família e cuidadores** para ajustar estratégias e melhorar o suporte fornecido.

 

Recursos Terapêuticos

- Materiais para estimulação cognitiva: Jogos, quebra-cabeças, livros de atividades.

- Apoios físicos: Barras de apoio, andadores e calçados adequados.

- Ferramentas de comunicação: Cartões visuais, dispositivos de comunicação alternativa.

- Suporte profissional: Equipe multidisciplinar composta por terapeuta ocupacional, fisioterapeuta, fonoaudiólogo e psicólogo.

                                                          

Conclusão

Este PTS busca integrar múltiplas abordagens terapêuticas para oferecer um cuidado holístico e individualizado, promovendo a qualidade de vida do idoso e proporcionando suporte adequado à sua família. A colaboração contínua entre os profissionais de saúde e os cuidadores é essencial para o sucesso deste plano.


terça-feira, 12 de maio de 2026

PTS - Plano singular terapêutico. Parte 1/2

Não, a escrita não errada eu também pensei que estivesse mas se escreve assim mesmo, o PTS é o resultado final de meses de atendimentos em seu paciente que começa com a primeira anamnese , depois o preenchimento de protocolo ao final de cada sessão com anotações relevantes que abrange a parte cognitiva, sensorial e motora do paciente , bem como a questão comportamental . lembrando que ate mesmo a formação de vínculo deve ser anotado em seu prontuário, mas falaremos sobre isso mais adiante e não espere ter uma aula sobre PTS, ou plantão de dúvidas exclusivo de algo tão importante na vida de um terapeuta ocupacional do qual cabe a instituição já ter esse procedimento em sua grade. Seria como aprender a dirigir sem habilitação. Dá pra dirigir? Até dá mas...uma hora vai lhe fazer falta ! Oi? Onde ? 

Ok eu respondo no estágio ! Onde a todo momento a sua supervisão irá citar sobre o PTS a ser feito para tal paciente, um exemplo... paciente auto lesivo, pouco verbal. Como direcionar a melhor linha a ser abordada e utilizar e a intervenção mais apropriada. 

Aqui irei deixar um modelo de PTS ou alguns... para os colegas futuros terapeutas ocupacionais tenham seu primeiro contato e se familiarizem com a lógica de seu preenchimento. Ah! Sim também disponível pela IA ( inteligência artificial ) do qual criar modelos interessantes mais que precisam de pequenos ajustes, afinal é você  TO que conhece e tem vinculo com o seu paciente e não a IA. Desejo a todos bons estudos. 

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O Projeto Terapêutico Singular (PTS) na terapia ocupacional é um plano de cuidado interdisciplinar e individualizado, criado para usuários com demandas complexas. Ele visa superar a lógica focada apenas na doença, promovendo autonomia, funcionalidade e participação social, com a participação ativa do usuário e sua família na definição de metas de vida. 
Principais aspectos do PTS na Terapia Ocupacional:
  • Foco na Singularidade: Considera a história, desejos, potencialidades e o contexto social (território) do paciente, não apenas os sintomas.
  • Ação Interdisciplinar: Construído por uma equipe de saúde (terapeuta ocupacional, médicos, enfermeiros, psicólogos) para dividir responsabilidades e compartilhar o cuidado.
  • Instrumento de Trabalho: Utilizado principalmente na Atenção Primária, CAPS e atenção domiciliar para casos que exigem atenção ampliada.
  • Etapas do PTS: Geralmente envolve diagnóstico (identificação das necessidades), definição de metas, divisão de responsabilidades (quem faz o quê) e reavaliação contínua.
  • Projetos de Vida: Busca alinhar o tratamento às expectativas do paciente, fortalecendo vínculos e cidadania. 
Para o terapeuta ocupacional, o PTS é uma ferramenta essencial para organizar ações que potencializem a autonomia nas atividades da vida diária e a inserção social do usuário. 
Continua em Parte 2/2 modelos e exemplos...

segunda-feira, 11 de maio de 2026

A IA e a anamnese. ( Como fazer )

Nos impressiona como a IA ( inteligência artificial está cada vez mais presente em nossas vidas principalmente dentro do meio acadêmico. 

Meu primeiro contato foi em uma clínica ABA durante meu estágio do qual tive contato com diversos documentos internos dentre eles a anamnese , durante o curso de TO temos bem pouco pra não dizer nenhum contato com os modelos do mercado suas respectivas áreas e definições. Somente quando chegamos no 5º semestre do curso de terapia da UFBRA que durante o projeto IV fala-se alguma coisa a respeito mais ainda muito superficial ( Pra não dizer nada ! )

 Se tem uma disciplina que deveria ter em cursos da saúde é sobre as rotinas administrativas, preenchimento de protocolos, anamnese ,avaliações etc. Mas esqueça não verás em um plantão de dúvidas ou em algum encontros com convidados. Mas essa é seu primeiro contato formal com o seu paciente. 

Como estou no projeto V estudo de caso do idoso , peguei vários modelos disponíveis na internet para criar o meu próprio e realmente o fiz, até que ficou bom, mas...faltava alguma coisa... como eu tenho o Canva resolvi usar no Docs. um pedido de elaboração de uma anamnese e passei meu estudo de caso e eis o resultado..

                            Meta 4

 

Anamnese de Terapia Ocupacional – Idoso

Identificação

Nome: João da Silva
Idade: 82 anos
Sexo: Masculino
Estado civil: Viúvo
Escolaridade: Ensino fundamental incompleto
Profissão anterior: Carpinteiro aposentado
Endereço: Rua das Flores, nº 120 – Bairro Central
Data da avaliação: 04/05/2026
Terapeuta ocupacional responsável: [Nome do profissional]


Queixa Principal

Dificuldade para realizar atividades de autocuidado e mobilidade dentro de casa, especialmente ao se vestir e tomar banho. Relata fraqueza nas pernas e perda de equilíbrio.


História da Doença Atual

O paciente refere que há cerca de dois anos começou a sentir fraqueza progressiva nos membros inferiores, associada a dores articulares e episódios de tontura. Nos últimos seis meses, apresentou duas quedas dentro de casa, sem fraturas, mas com aumento do medo de se locomover sozinho. Relata também dificuldade para manusear objetos pequenos devido a tremores nas mãos.


Antecedentes Pessoais e Patológicos

  • Hipertensão arterial há 20 anos, controlada com medicação.
  • Diabetes mellitus tipo 2 há 10 anos.
  • Artrose em joelhos e mãos.
  • Cirurgia prévia: hérnia inguinal (há 15 anos).
  • Alergias: nega.
  • Uso de medicamentos: losartana, metformina, paracetamol conforme necessidade.


História Familiar

  • Pai falecido por infarto aos 70 anos.
  • Mãe falecida por complicações de diabetes aos 78 anos.
  • Irmãos com histórico de hipertensão e artrose.

História Social

Mora sozinho em casa térrea, com apoio semanal da filha para compras e limpeza. Mantém boa relação com vizinhos. Frequenta a igreja local e participa de encontros de idosos quando possível. Relata sentir-se solitário desde o falecimento da esposa há cinco anos.


Hábitos de Vida

  • Alimentação regular, porém com baixo consumo de frutas e verduras.
  • Sono irregular, com despertares noturnos frequentes.
  • Não fuma há 30 anos.
  • Consumo ocasional de vinho.
  • Caminhadas curtas no quintal, com auxílio de bengala.

Avaliação Funcional

  • Atividades de Vida Diária (AVDs): necessita de ajuda parcial para banho e vestir-se; independente para alimentação.
  • Atividades Instrumentais de Vida Diária (AIVDs): dependente para limpeza e compras; parcialmente independente para preparo de refeições simples.
  • Mobilidade: utiliza bengala; apresenta marcha lenta e insegura.
  • Coordenação motora: tremores finos nas mãos; dificuldade em abotoar roupas.
  • Força muscular: reduzida em membros inferiores.
  • Equilíbrio: instável, principalmente ao levantar-se.

Avaliação Cognitiva e Emocional

  • Orientado no tempo, espaço e pessoa.
  • Memória recente levemente comprometida.
  • Humor deprimido, com queixas de solidão e desmotivação.
  • Boa compreensão e comunicação verbal preservada.

Avaliação do Ambiente Domiciliar

  • Casa térrea, com boa iluminação natural.
  • Banheiro sem barras de apoio.
  • Tapetes soltos e móveis baixos, representando risco de quedas.
  • Cama e cadeira em altura adequada.

Objetivos Terapêuticos

  1. Promover maior independência nas atividades de autocuidado.
  2. Melhorar equilíbrio e coordenação motora.
  3. Reduzir risco de quedas no ambiente domiciliar.
  4. Estimular participação social e atividades significativas.
  5. Trabalhar aspectos emocionais relacionados à solidão e autoestima.

Plano de Intervenção

  • Treino de AVDs com adaptação de utensílios e técnicas compensatórias.
  • Exercícios de fortalecimento e equilíbrio com foco em segurança postural.
  • Orientação para adequação do ambiente domiciliar (remoção de tapetes, instalação de barras de apoio).
  • Atividades de estimulação cognitiva e coordenação fina.
  • Inclusão em grupos de convivência e oficinas terapêuticas.
  • Acompanhamento quinzenal com reavaliação a cada três meses.

Observações Finais

O paciente demonstra boa adesão ao tratamento e motivação para recuperar autonomia. Requer acompanhamento contínuo e suporte familiar para manutenção das atividades propostas.

Deixo aos colegas uma reflexão de que se forem fazer uso desta poderosa ferramenta , nunca confie 100% na sua elaboração, sempre dê uma revisada e se quando necessário coloque seu toque especial em seu trabalho. Bons estudos.

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Cita sobre a anamnese.

Bora ! Aliviar o estresse. ?

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