A proposta operacional ( Supervisão) até que é boa quando pensamos em uma clínica bem estruturada e com uma boa gestão. Pois temo um setor administrativo e aqui inclui o RH e financeiro , depois uma diretoria, que delega um administrador para a clínica que por sua vez vai atender todos as demandas internas da clínica , tipo manutenção, organização, estrutura etc.
Mas na indústria não é bem assim que funciona quando se tem uma laranja que se auto intitula coordenadora e ela e somente ela se torna a única forma de comunicação com a instituição ( se é que ela realmente existe, mas veremos isso mais a frente), na clínica do qual fiz estágio havia a recepção, copa com uma auxiliar de limpeza e aquele porteiro ( aposentado) que a primeira vista a recepção era formal e profissional com ares de organização, nesse sequência surge então as supervisoras multidisciplinar , e cada uma com o seu grupo de estagiários.
Em Nárnia
No mundo perfeito e lindo de Nárnia em sua clínica ABA, as supervisoras como o próprio nome diz exerce a supervisão de seus subordinados ( os profissionais de cada área) em atuar auxiliando em seu aprendizado, corrigindo quando necessário e orientando as sessões de cada paciente de seus estagiários. Bem como de como se deve proceder.
Fora de Nárnia no mundo real .
Tudo é bem diferente, não há integração, isto é aquela apresentação da clinica do ambiente salas e colegas , neste ponto o estagiário vai ter que se virar para se ambientar.
Mas...a supervisoras ficam na sala com a gente certo? Errado! Não fica ninguém e a coisa fica ainda mais grave quando surge as reuniões de ATA, que falarei mais adiante.
Também não a presença de um administrador a quem as supervisoras devem responder e aquela laranja que se diz coordenadora quase nunca aparece pois esta empenhada na abertura de novas clinicas pela região cidades e estados... Logo é uma pessoa de dificílimo acesso e quando o faz tem atitudes tempestivas demonstrando um despreparo para o cargo quando surge alguma reclamação por parte da supervisão. Falaremos a respeito no capítulo estagiário.
Logo o que temos dentro de uma clínica da indústria do autismo é o CAOS perfeito, cada supervisora querendo ter mais poder que a outra deixando o ambiente tenso, para os estagiários e seus pacientes.
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