Dei a sugestão a coordenadora de estágio após inaugurar o Canal de Estágio, para que os polos se engajassem na captação de vagas de estágio, na formação de parcerias e convênios em prol dos alunos que precisam cumprir cronograma de estágio e sozinhos não é uma tarefa fácil, principalmente na área da saúde onde apesar de décadas ainda não ter uma estrutura consolidada de ajuda aos alunos, tudo ainda é primitivo, rudimentar e caseiro em sua forma.
Cabendo única e exclusivamente ao aluno buscar vagas e olha que estamos na era da pós computação, no berço do surgimento da IA , vivendo no império e supremacia dos celular, então qual a dificuldade em se encontrar vagas?
Muitas universidade tem centros de atendimento ao público para as turmas do último ano como em direito tendo o apoio da OAB, já na terapia ocupacional muito pelo contrário não existe esse projeto e iniciativa institucional e nem tão pouco o Crefito iria apoiar já que são os arqui-inimigos do ensino semi-presencial.
E as aulas práticas aliais exigidas por lei, neste ponto a universidade UFBRA enfrenta a mesma dificuldades que as demais que é a logística, lugares tão distantes que não tem nem infraestrutura urbana que me dirá acadêmica.
Falta no setor da terapia empreendedorismo, assim como um recém formado em educação física monta sua academia, o mesmo deveria ser com o terapeuta ocupacional que além de montar seu próprio consultório abrir e montar sua própria rede a exemplo de uma UNIMED em que juntou um grupo de médicos e criaram sua própria operadora, quando isso irá acontecer com os TO ?
Lembre-se que a APAE foi assim também nasceu do sonho e do desejo dos pais e se tornou realidade e uma referência.
Tenho um projeto próprio de abrir um centro de atendimento para estagiários dentro do ABA e claro expandir essa rede a todo o Brasil.
Para que todas as universidades possam encaminhar seus alunos para as nossas instalações , parece um sonho né ?
De fato um sonho que se sonha sozinho é apenas um sonho, mas um sonho que se sonha juntos se torna uma realidade.

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