Antes precisamos compreender que a extensionista se tornou obrigatória na grade através de uma resolução do MEC, através da Resolução CNE/CES nº 7, de 18 de dezembro de 2018, do Ministério da Educação (MEC). Essa norma estabelece que, no mínimo, 10% da carga horária total dos cursos de graduação (bacharelado, licenciatura e tecnólogo) deve ser dedicada a atividades de extensão.
No entanto a mesma resolução não delimita se será eletiva a ser cursada em dois semestres com 220 horas ou em todos os semestres com 60 horas. Nem tão pouco lhe confere caráter reprovatorio.
A ODS objetivos de desenvolvimento sustentável tem caráter prático como uma ação social ou uma visita técnica in loco. Ou seja somente a execução da atividade pelo aluno é mais do que suficiente para ser aprovado (a).
Mas então por que ocorre a reprovação?
Resposta: Existem muito fatores que conspiram para a reprovação, ter em todos os semestres gera uma cansaço e fadiga desmotivando o aluno a sempre ter que fazer a mesma coisa até o final do curso, outro fato é o logaritmo e IA que executa as correções baseado em palavras chaves que se constarem será aprovada e se não constar haverá a reprovação.
Somando a isso a famosa geolocalização do qual antes bastava um simples relatório de visita técnica com fotos para comprovar a presença ( antes era assim ) mas com a chegada do Google maps do qual essa tecnologia não mente...mas erra !
Devido a qual aplicativo e dispositivo que esteja sendo utilizado e o conceito maps dentro a UFBRA responde por 51% de toda a tarefa realizada ou seja o aluno é reprovado por geolocalização, a agora a cereja do bolo da reprovação ter uma mentoria longe de uma mediação ou conciliação, com plantões de dúvidas que mais parecem chatbot humanos, que repetem sempre os mesmo texto que em nada ajuda ou auxilia o aluno.
Algumas instituições tem 4 semestre com extensionista e 4 semestre sem o que já um alivio , outras deixar como apenas duas eletivas a se fazer com uma grade carga horária e outras nem são reprovatoria.
Quando se acha que nada mais possa piorar...vem pagar 99,00 reais por reprovação em uma extensionista é como ser preso por dar esmola a um mendigo... Pois a extensionista esta mais para ser um bom samaritano (a), do que química, ou anatomia.

Antes de tudo, é importante compreender que as atividades de extensão passaram a ser obrigatórias na grade curricular por meio da Resolução CNE/CES nº 7/2018, do Ministério da Educação (MEC). Essa norma estabelece que, no mínimo, 10% da carga horária total dos cursos de graduação (bacharelado, licenciatura e tecnólogo) deve ser destinada a atividades de extensão.
ResponderExcluirEntretanto, a referida resolução não define de forma detalhada o formato de aplicação dessas atividades — como, por exemplo, se devem ser ofertadas como disciplinas concentradas em determinados semestres ou distribuídas ao longo de todo o curso. Tampouco há especificação clara sobre critérios padronizados de avaliação ou reprovação.
As atividades vinculadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) possuem caráter essencialmente prático, envolvendo ações sociais ou visitas técnicas presenciais. Nesse sentido, a simples execução comprovada da atividade pelo aluno deveria ser suficiente para fins de aprovação.
Diante disso, surge o questionamento: por que ocorrem reprovações?
Observa-se que diversos fatores contribuem para esse cenário. A distribuição das atividades de extensão em todos os semestres pode gerar cansaço e desmotivação, uma vez que exige repetição contínua de tarefas semelhantes ao longo de todo o curso.
Além disso, há indícios de utilização de sistemas automatizados de correção, possivelmente baseados em inteligência artificial, que avaliam os trabalhos a partir de palavras-chave, sem considerar adequadamente o contexto ou o esforço do aluno.
Outro ponto crítico é o uso de ferramentas de geolocalização, como o Google Maps, como critério relevante de validação das atividades. Embora essa tecnologia possa auxiliar na comprovação de presença, ela não é isenta de falhas, podendo apresentar inconsistências dependendo do dispositivo ou aplicativo utilizado.
Em alguns casos, a geolocalização parece ter peso excessivo na avaliação, o que pode resultar em reprovações injustas, mesmo quando há outros meios de comprovação, como relatórios e registros fotográficos.
Por fim, destaca-se a dificuldade de acesso a uma mentoria efetiva na UNIBTA – Universidade Brasileira de Tecnologias Avançadas (SP). Os canais de atendimento ao aluno frequentemente se mostram pouco resolutivos, com respostas padronizadas que não contribuem para a mediação adequada dos problemas apresentados.